Alê Silveira

Minha história

Eu não entrei no mercado náutico para vender barcos.

Alessandro Silveira, conhecido profissionalmente como Alê Silveira, é consultor náutico especializado na compra e venda de embarcações de alto padrão, com atuação a partir do Guarujá, São Paulo, e atendimento a clientes em todo o Brasil.

Início

Jardinagem

Ao lado do pai

Primeiro contato com trabalho, responsabilidade e independência.

Cosipa

Recursos Humanos

2 anos · Estágio

Primeira experiência dentro de uma grande estrutura empresarial, na siderúrgica posteriormente integrada à Usiminas.

Condomínio Tortugas

Tecnologia

3 anos

Atuação em CPD e informática, consolidando a tecnologia como parte importante da minha formação profissional.

Casarini

Primeiro contato com o mercado náutico

5 anos

Entrada pela área de tecnologia e infraestrutura de informática. Depois, também com peças e acessórios para jet skis.

Internáutica Yachts

Mercado de embarcações

15 anos · até hoje

Contratado inicialmente para tecnologia e presença digital. Cadastrar e apresentar embarcações levou ao estudo diário dos barcos, que se transformou em atuação comercial, consultoria, conteúdo e carreira.

Minha primeira ligação profissional com esse universo aconteceu na Casarini, uma empresa tradicional do segmento de jet skis.

Mas eu não trabalhava com vendas.

Minha formação era em tecnologia e fui trabalhar cuidando da infraestrutura de informática e da rede de computadores da empresa. Com o tempo, comecei a assumir outras funções e tive meu primeiro contato comercial com o setor, trabalhando também com peças e acessórios para jet skis.

Foram aproximadamente cinco anos vivendo aquele ambiente até surgir uma oportunidade que mudaria definitivamente minha trajetória.

Fui contratado pela Internáutica Yachts. E, novamente, não para vender barcos.

Meu trabalho era colocar uma empresa náutica na internet. Cheguei à Internáutica para cuidar da área de tecnologia, desenvolver o site e ajudar a estruturar a presença digital da empresa.

Para colocar uma embarcação na internet, porém, eu precisava cadastrá-la. Para cadastrá-la bem, precisava entender o que estava escrevendo. Marca. Modelo. Motorização. Equipamentos. Layout. Construção. Diferenças entre uma embarcação e outra.

Sem perceber, enquanto trabalhava com tecnologia, comecei a estudar barcos todos os dias. O que inicialmente era necessário para executar meu trabalho se transformou em conhecimento. O conhecimento virou interesse. E o interesse, paixão pelo mercado náutico.

Foi dentro da Internáutica que aprendi sobre barcos.

Convivi com embarcações, proprietários, negociações e profissionais experientes. Aprendi observando, perguntando, pesquisando e vivendo aquele ambiente diariamente. Com o tempo, a tecnologia deixou de ser minha principal atividade e os barcos passaram a ocupar esse espaço.

Curiosamente, eu nunca me enxerguei como alguém com uma aptidão natural para vendas. Talvez por isso tenha desenvolvido uma maneira diferente de trabalhar. Antes de tentar vender um barco, eu precisava entendê-lo. Antes de recomendar, precisava saber por quê. E antes de falar sobre uma embarcação, precisava conhecer suas características, suas qualidades e também suas limitações.

Essa forma de pensar acabou se tornando a base da minha consultoria.

A empresa onde comecei é a empresa onde escolhi permanecer.

Minha história profissional no mercado de embarcações nasceu dentro da Internáutica. E, tantos anos depois, continuo associado à mesma empresa. Permanecer foi uma escolha.

Ao longo da carreira, construí minha própria marca, minha carteira de clientes, minha audiência e minha identidade profissional. Ainda assim, escolhi preservar a ligação com a empresa onde encontrei espaço para aprender, me desenvolver e construir grande parte do conhecimento que me trouxe até aqui. Para mim, reconhecer as próprias origens também faz parte de construir uma trajetória.

Construção de um canal próprio

Quando o mercado ainda não estava nas redes

Quando comecei a atuar comercialmente na Internáutica, grande parte dos contatos chegava através dos canais tradicionais da época e de plataformas de anúncios. Esses leads faziam parte da estrutura comercial e eram naturalmente distribuídos entre a equipe.

Eu queria construir um canal que fosse meu.

Foi quando comecei a olhar para o Instagram de uma maneira diferente. Em vez de utilizá-lo apenas como uma rede pessoal, passei a mostrar embarcações, novidades, curiosidades, bastidores e situações reais da minha rotina dentro do mercado náutico.

Hoje isso parece natural. Naquela época, não era.

Antes de ser tendência, foi questionado.

A exposição profissional nas redes sociais ainda era vista com muita resistência dentro de um mercado tradicional. Ouvi críticas. Fui questionado e, algumas vezes, ridicularizado pela maneira como estava trabalhando.

Continuei.

Porque percebia que havia algo acontecendo ali que ia muito além de publicar barcos: as pessoas queriam entender o mercado antes de comprar. E quanto mais conhecimento eu compartilhava, mais pessoas chegavam até mim.

O Instagram deixou de ser apenas uma ferramenta de divulgação e passou a construir algo muito mais importante: relacionamento, confiança e autoridade.

Com o tempo, aquilo que parecia estranho se tornou parte do mercado.

A forma de apresentar embarcações mudou. Vídeos, tours, bastidores, explicações técnicas e conteúdo educativo passaram a fazer parte da comunicação de inúmeros profissionais e empresas do setor.

O que começou como uma tentativa de construir meu próprio canal de relacionamento acabou se tornando um dos pilares da minha carreira. Hoje, minha presença digital alcança mais de um milhão de pessoas por mês.

Mas o número de seguidores nunca foi o ponto principal.

O mais importante foi perceber, muito cedo, que antes de vender uma embarcação era possível ensinar alguém a tomar uma decisão melhor. E continuo acreditando nisso.

O outro lado da experiência

Vivendo o que meus clientes vivem

Alê Silveira ao leme

Em 2017 comprei meu primeiro jet ski. Em 2019, minha primeira embarcação: uma Cranchi Aquamarina 31, em sociedade com um amigo. Hoje tenho a Hakuna Matata II, uma Cranchi Zaffiro 340, que já passou por um grande processo de reforma e agora entra em seu segundo refit.

Foi quando me tornei proprietário que uma nova camada de conhecimento apareceu.

Passei a viver aquilo que meus clientes vivem.

Comprar. Vender. Manter. Reformar. Escolher equipamentos. Contratar serviços. Navegar. Resolver problemas. Comemorar os dias perfeitos e lidar com a frustração daqueles em que alguma coisa simplesmente decide não funcionar.

O mercado me ensinou sobre barcos. Ser proprietário me ensinou sobre ter um barco.

Hoje, quando recomendo uma embarcação, não penso apenas na negociação. Penso no que acontecerá depois dela.

Porque é depois da compra que começa a verdadeira experiência de ser proprietário.

Atendimento pessoal, estrutura profissional

Cada cliente é atendido diretamente por mim, mas nenhuma negociação acontece de forma isolada. Atuo associado à Internáutica Yachts, com equipe de suporte administrativo, financeiro, jurídico e documental, além de presença nas marinas Porto Astúrias e Guararu.

Conheça a estrutura completa →

Além da náutica

Nem tudo gira em torno de uma negociação

Embora seja difícil me afastar completamente dos barcos, quando não estou trabalhando gosto de estar perto do mar, viajar, conhecer novos lugares e viver experiências que me tirem da rotina. Muitas das minhas melhores lembranças estão justamente em viagens, navegando ou simplesmente aproveitando o tempo ao lado das pessoas que fazem parte da minha vida.

Sou muito ligado à minha família, à minha noiva e ao Pudim, meu cachorro. Também gosto de conhecer a história dos lugares por onde passo, arquitetura, gastronomia e, inevitavelmente, observar barcos e marinas em qualquer cidade costeira que visito.

Em família, sempre perto do mar · toque numa foto para ampliar

Quer conversar sobre a sua próxima embarcação?

Conversar com o Alê

© 2026 Alê Silveira. Todos os direitos reservados. · Política de Privacidade

Desenvolvido por Eduh Silva · eduhsilva.com.br